
Sobre o livro
Em Senso Comum, Thomas Paine defende a independência americana. Seu argumento começa com reflexões teóricas mais gerais sobre governo e religião, depois avança para as especificidades da situação colonial. Distingue entre governo e sociedade, mostrando que, se há governo, é para o único propósito de nos proteger de nossos próprios vícios. Paine afirma que o único propósito do governo é proteger a vida, a liberdade e a propriedade, e que um governo deve ser julgado apenas com base na medida em que atinge esse objetivo. Este panfleto foi lançado em 10 de janeiro de 1776 e foi rastilho de pólvora na opinião pública americana. Menos de seis meses depois, o pais esta independente da Grã-Bretanha. Lideranças da época enalteceram os argumentos de Paine: “Nenhum escritor superou Paine em facilidade e familiaridade de estilo, em perspicácia de expressão, felicidade de elucidação e em linguagem simples e despretensiosa”, disse Thomas Jefferson, um dos pais fundadores da América. “Um panfleto chamado ‘Senso Comum’ faz muito barulho. Uma das coisas mais vis que já foi publicada para o mundo. Cheio de falsas representações, mentiras, calúnias e traições, cujos princípios são subverter todos os governos reais e erigir uma República Independente”, rebateu Nicholas Cresswell. “Seus efeitos foram repentinos e extensos na mente americana. Foi lido por homens públicos”, garantiu Benjamin Rush. “Você leu o panfleto Senso Comum? Nunca vi uma atuação tão magistral… Em suma, eu me convenço, pelos argumentos, da necessidade da separação”, atestou o General Charles Lee.


